Empresas vão manter os programas "in company"Investimentos em qualificação não devem pararAmbev, Petrobras e Votorantim garantem que a crise não está afetando seus programas de educação executiva in company, mas há, sim, mudanças sendo feitas.
A Ambev investiu R$ 70 milhões nos programas de educação executiva e formação de lideranças nos últimos cinco anos.
Hoje, a cultura do treinamento e da capacitação está disseminada em toda a pirâmide funcional do grupo e um em cada dois diretores já participou dos programas desenvolvidos.
Neste ano, cerca de 300 executivos farão algum tipo de MBA e outros 800 novos funcionários participarão de treinamento específico. Isso representa 10% a mais do que o registrado em 2008.
Neste ano, porém, haverá especial atenção para os cursos voltados para a alta gerência, que visam a aumentar a capacidade analítica.
Na Petrobras, o portfólio de programas da Universidade da companhia, conhecida pela sigla UP, está sendo revisto para se adequar ao plano de negócios e de investimentos que vai comandar os destinos da empresa entre 2009 e 2013.
Na Votorantim, em seu terceiro ano de vida, a Academia de Excelência do grupo muda de endereço. Em 2007, quando teve sua primeira turma, funcionava em Campinas (SP). No ano passado, foi para Itupeva e, agora, em 2009, passa a ser em São Paulo. A mudança, segundo informa a assessoria do grupo, permitirá otimizar os custos com logística, deslocamento e dinâmicas destinadas à retomada/reaquecimento dos participantes.
Valor Economico 27/02/09