segunda-feira, 6 de julho de 2009

Uma questão de limites
Até onde devemos ir?

Michael Jackson foi um gênio musical único. Preferências à parte, sua competência e influência no mundo pop são inquestionáveis. Em resumo, podemos afirmar que MJ estabeleceu um divisor de águas para o chamado "showbizz".

Assim como a musicalidade, a vida pessoal de Michael foi recheada de polêmica, o que lhe garantiu uma imagem ainda mais distante do que nós, "simples mortais", vivemos.

O que acontece de comum com gênios como ele é o fato de que a obstinação supera todos os limites. Hoje participamos de uma era de exigências enormes. Todos temos a obrigação de superar situações e até pessoas, na busca pela simples sobrevivência. Não se admite fraquezas, deslizes num mundo competitivo em qualquer lugar, situação ou escala.

E pessoas como Jackson levam essa busca longe demais.

Para nós cabe a questão: até que ponto devemos levar nossa luta diária por um "lugar ao sol" ao limite máximo. Aliás, qual é esse limite?

É bom a gente pensar bem nisso, sempre.

alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br





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