quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Decisões em tempo de crise
Uma das decorrências da crise financeira certamente é a redução da mão-de-obra.

De acordo com o consultor sênior de Capital Humano da Mercer, Willian Bull, um dos maiores desafios dos gestores é manter a equipe motivada.

O líder precisa comunicar suas decisões a todos os funcionários de forma clara e objetiva

Bull ressalta também que ao cobrar mais produtividade da equipe que permaneceu é preciso recompensá-la no futuro."Em tempos de crise, as pessoas que se mantêm na empresa costumam se comprometer mais. Porém, quando a turbulência passar, o líder precisa recompensar essa colaboração extra. Caso contrário, a corporação ficará com a imagem de exploradora", lembra.

O consultor destaca que existem duas características profissionais que podem fazer a diferença e assegurar o emprego em momentos de crise.

"A opção entre os melhores profissionais é difícil. Por isso, aqueles que apresentarem uma maior flexibilidade, para trabalhar em momentos incertos, e energia serão os mais lembrados pelos gestores".

Outro profissional que certamente terá o seu espaço garantido são aqueles que tem a posição-chave, ou seja, os colaboradores que possuem alto impacto nas decisões da empresa.

www.cartaderh.com.br
Características que o mercado repudia
Detalhes que podem atrapalhar um candidato

Existem características dos profissionais que são realmente repudiadas no mercado de trabalho.

Elas atrapalham o alcance de resultados, não contribuem para o ambiente corporativo e ainda podem prejudicar os candidatos a uma vaga.

O gerente da Robert Half, Roberto Britto, listou as cinco principais, que considera serem as mais graves.

A primeira delas é a falta de criatividade.

A segunda é o discurso muito prolixo.

A falta de transparência foi o terceiro item.

O individualismo é outra.

E, finalmente, falta de visão estratégica.

A matéria completa está em http://www.cartaderh.com.br/website/

alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
Teste de competências
Método promete ser mais eficaz para contratações.

Para contratar novos profissionais ou selecionar sucessores, a fabricante de calçados Grendene utiliza um método de avaliação de competências chamado psicometria.

Trata-se de uma técnica que emprega ferramentas estatísticas para eliminar o alto grau de subjetividade das avaliações comportamentais.

A bateria de testes inclui um questionário, com mais de cem perguntas, simulação individual ou em grupo e até exercícios de interpretação, para medir a capacidade de raciocínio lógico do profissional.

Esse modelo de avaliação está ganhando cada vez mais adeptos.

revista você s/a edição 128
http://vocesa.abril.com.br/edicoes/0128/fechado/informado/mt_420913.shtml

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009


Ecologicamente correto
Faça seu papel

Mais uma novidade ecologicamente correta está sendo oferecida ao mercado pelas unidades gráficas do Grupo América.

Trata-se de um papel feito do bagaço de cana-de-açúcar, um processo que pode ser considerado como o de menor impacto ambiental da atualidade.
Além de não tirar uma só árvore da natureza, o processo utiliza menos produtos químicos e aguá, além de consumir um passivo ambiental das usinas de açúcar e álcool.

"É um papel muito semelhante ao sulfite, que aceita muito bem a impressão colorida offset e pode ser utilizado nos mais diversos trabalhos, como jornais, revistas, mala-direta, papel ofício, entre outros. Além desse diferencial ecológico, o valor dos impressos nesse papel são altamente competitivos", explica Robson Silva, diretor do Grupo América que está disponibilizando a novidade.

Detalhes sobre o assunto podem ser obtidos com pessoal com a área de atendimento do Grupo América, pelo fone (19) 3656 0293 ou e-mail, atendimento@graficamococa.com.br

alexandre araujo
Desemprego cai em São Paulo
Valor é o menor desde fevereiro de 2009

As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese, na região metropolitana de São Paulo, mostram que a taxa de desemprego diminuiu entre novembro e dezembro, passando de 12,3% para 11,8%, comportamento usualmente observado neste período.

Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto decresceu de 8,6% para 8,3% e a de desemprego oculto, de 3,7% para 3,5%.

O contingente de desempregados foi estimado em 1.240 mil pessoas, 53 mil a menos do que no mês anterior, devido, principalmente, à criação de 48 mil ocupações e ao crescimento no Comércio (5,1%, depois de quatro meses consecutivos de redução), já que o nível de ocupação nos Serviços manteve-se relativamente estável (0,3%) e diminuiu na Indústria (1,6%, depois de três meses seguidos de aumento) e no agregado Outros Setores (1,1%).

DCI - SP - São Paulo
Redes virtuais nas empresas
Um caminho sem volta.

Hoje recebi um artigo do Mauro Segura, diretor de Marketing e Comunicação da IBM Brasil que, com um tom bem honesto e empírico, comprovou a experiência que já vivi na Merck e que ouço de todas as empresas que acompanham discussões ou implementam iniciativas para criar ou incentivar as redes virtuais.

Separei alguns trechos que mais chamaram minha atenção:"O cenário descrito é muito simples: as pessoas têm, em suas casas, computadores com acesso à internet, participam de redes sociais, falam e compartilham livremente suas idéias e percepções em fóruns virtuais, muitas vezes com outras que elas nem conhecem bem.

Já nas empresas, elas se deparam com um ambiente limitado, super-hiper-ultra-controlado, sem fóruns de compartilhamento livre, instantâneo e aberto. Ou seja, têm em suas casas um ambiente muito mais colaborativo do que em seus ambientes de trabalho, onde passam, pelo menos, oito horas por dia.

"As empresas se iludem, pensando que controlam alguma coisa. Esse compartilhamento de opiniões, idéias e percepções já acontece diariamente nos corredores e "cafezinhos" das empresas."

"A questão é que, na maioria das vezes, esses momentos de colaboração não ficam registrados em lugar nenhum. Aliás, ficam sim, na cabeça dos que participaram, somente isso.""(...) as redes sociais e os blogs nas empresas são os “corredores e cafezinhos” do futuro. E esse é um caminho inevitável. Transformá-los em algo do presente depende exclusivamente das empresas".

É por isso que repito sempre que o profissional de comunicação nunca teve um papel tão importante e transformador como o que estamos tendo agora.

"E vocês, têm a mesma percepção desse tipo de interatividade e ambiente colaborativo nas empresas? Independentemente do resultado, têm alguma experiência parecida ou diferente dessa apresentada pelo Mauro?

marina caprioli
comunicacaocomfuncionario.blogspot.com

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009


A influência da notícia
O copo está meio cheio ou meio vazio?!

Um dilema constante da comunicação é saber de que lado se colocar. Essa história de imparcialidade é linda no papel, mas pouco usual em vários momentos (e veículos!).

Nos últimos meses fomos bombardeados por notícias ruins, projetando um cenário de caos pelo mundo e, como notícia ruim vende bastante, diversos veículos, na justificativa de "informarem a realidade", deram total destaque ao fracasso de algumas empresas e, em muito menor proporção, ao sucesso de algumas ações.

É uma postura momentânea da comunicação, que tem total responsabilidade e parceria no processo de restauração da confiança do mundo em si mesmo, algo que já teríamos de ter iniciado.

Não se trata de "tapar o sol com a peneira", mas de procurar mostrar que existe uma metade cheia no copo.

Acompanhei isso na semana passada, em uma entrevista do João Dória com José Carlos Pinheiro Neto, vice presidente da GM no Brasil. O programa não voltado às críticas e investigações, é verdade, mas passa sempre um clima positivo e, acredito, as informações desses executivos não são mentirosas.

José Carlos falou de crise, mercado mundial, nacional, recuperação e perspectivas de uma maneira clara, amigável e otimista, sem esconder problemas como as demissões.

O importante foi o tom da conversa, deixando sempre um fio de esperança que, em resumo, me fez refletir: "puxa, tenho que pensar e agir como esse senhor, afinal, ficar o tempo todo de reclamações já passou, pelo menos pra mim".

alexandre araujo

E por falar nisso...
Arregassar as mangas é fundamental!

Seguindo o raciocínio de que nesta crise existe um momento especial para o crescimento da comunicação corporativa, fica a dica para que o pessoal dessa área se mobilize e arregasse as mangas!

Tenho repetido que não haverá espaço para quem não tomar uma atitude mais ativa, planejando e propondo novas alternativas.

Mais dia menos dia seu diretor ou presidente vai sentir na pele a falta de uma comunicação eficiente para a sobrevivência da sua empresa e aí vai perguntar: "mas o que o pessoal da área esta fazendo?".

Aí, nessa hora, quem fez, fez e quem se escondeu atrás da mesa.....

alexandre araujo
O ano da comunicação interna
Mudanças de comportamento já começam a ser notadas.

Nos últimos dias tenho percebido um acentuado aumento nas consultas do pessoal de comunicação interna e rh.

De maneira geral, todos buscam informações para um posicionamento diante do momento de crise atual que amplie seus mecanismos de comunicação.

As verbas estão minguadas, mas não se pode parar a comunicação, sob o risco de se jogar pelo ralo anos de trabalho cultural, instrutivo e motivacional.

Parece que o pessoal da área acordou e está pressionando suas direções no sentido de alertar sobre os perigos de uma comunicação capenga, especialmente nesse momento.

E também parece que os gestores estão mais sensíveis. Se no final do ano a palavra de ordem era "pare tudo", agora parece estar mudando para um "vamos estudar" ou, em alguns casos, um animador "vamos em frente".

"Esse será o ano da comunicação interna, pois teremos que saber planejar mais, vender melhor nossa visão e ganhar espaço como área estratégica", é a avaliação de um gestor de assustos institucionais de uma multinacional que visitei esta semana.

alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br