quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Redes virtuais nas empresas
Um caminho sem volta.

Hoje recebi um artigo do Mauro Segura, diretor de Marketing e Comunicação da IBM Brasil que, com um tom bem honesto e empírico, comprovou a experiência que já vivi na Merck e que ouço de todas as empresas que acompanham discussões ou implementam iniciativas para criar ou incentivar as redes virtuais.

Separei alguns trechos que mais chamaram minha atenção:"O cenário descrito é muito simples: as pessoas têm, em suas casas, computadores com acesso à internet, participam de redes sociais, falam e compartilham livremente suas idéias e percepções em fóruns virtuais, muitas vezes com outras que elas nem conhecem bem.

Já nas empresas, elas se deparam com um ambiente limitado, super-hiper-ultra-controlado, sem fóruns de compartilhamento livre, instantâneo e aberto. Ou seja, têm em suas casas um ambiente muito mais colaborativo do que em seus ambientes de trabalho, onde passam, pelo menos, oito horas por dia.

"As empresas se iludem, pensando que controlam alguma coisa. Esse compartilhamento de opiniões, idéias e percepções já acontece diariamente nos corredores e "cafezinhos" das empresas."

"A questão é que, na maioria das vezes, esses momentos de colaboração não ficam registrados em lugar nenhum. Aliás, ficam sim, na cabeça dos que participaram, somente isso.""(...) as redes sociais e os blogs nas empresas são os “corredores e cafezinhos” do futuro. E esse é um caminho inevitável. Transformá-los em algo do presente depende exclusivamente das empresas".

É por isso que repito sempre que o profissional de comunicação nunca teve um papel tão importante e transformador como o que estamos tendo agora.

"E vocês, têm a mesma percepção desse tipo de interatividade e ambiente colaborativo nas empresas? Independentemente do resultado, têm alguma experiência parecida ou diferente dessa apresentada pelo Mauro?

marina caprioli
comunicacaocomfuncionario.blogspot.com

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