O ano da comunicação interna
Mudanças de comportamento já começam a ser notadas.
Nos últimos dias tenho percebido um acentuado aumento nas consultas do pessoal de comunicação interna e rh.
De maneira geral, todos buscam informações para um posicionamento diante do momento de crise atual que amplie seus mecanismos de comunicação.
As verbas estão minguadas, mas não se pode parar a comunicação, sob o risco de se jogar pelo ralo anos de trabalho cultural, instrutivo e motivacional.
Parece que o pessoal da área acordou e está pressionando suas direções no sentido de alertar sobre os perigos de uma comunicação capenga, especialmente nesse momento.
E também parece que os gestores estão mais sensíveis. Se no final do ano a palavra de ordem era "pare tudo", agora parece estar mudando para um "vamos estudar" ou, em alguns casos, um animador "vamos em frente".
"Esse será o ano da comunicação interna, pois teremos que saber planejar mais, vender melhor nossa visão e ganhar espaço como área estratégica", é a avaliação de um gestor de assustos institucionais de uma multinacional que visitei esta semana.
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
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