terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Como ninguém é de ferro, nós também vamos dar um tempo no blog (até porque vc deve ter coisa melhor pra fazer nessa época do ano, se não tiver, procure!!!).
Voltamos na segunda semana ou terceira semana de janeiro.
Obrigado e a todos os que nos acompanharam até aqui e sucesso!
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Balanço Social

Balanço Social Coca Cola
Está disponível no site www.bebidasipiranga.com.br a versão online do Balanço Social 2008 da empresa.
O trabalho, publicado anualmente pelas franquias Coca Cola, foi todo criado e editado pela Pontual, sob a supervisão e comando da Assistênte Social Jaqueline Marques.
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Tv Interna como mídia de treinamento
Várias empresas tem nos procurado para saber um pouco mais sobre sistemas de comunicação via Tv Interna ou TV corporativa, como queiram.
A bola da vez, essa ferramenta é uma evolução natural dos murais (ou quadros de aviso) que, via de regra, são totalmente obsoletos, verdadeiros monstrengos cheios de folhas pregadas, sem sentido ou retorno.
Já falei nisso, mas vale lembrar que importante é pensar no conteúdo e quem vai produzí-lo.
A proposta da Pontual é atuar fortemente nesse ponto, gerando conteúdo de valor para ser apresentado diariamente na programação.
Respondendo uma dúvida importante, nesse canal é possível sim criamos algum tipo de espaço para treinamentos de funcionários.
Visitamos recentemente uma franquia que tem 160 pontos espalhados pelo país. Eles vão utilizar parte da programação para treinamentos, evitando deslocamentos, ganhando agilidade e uma economia de custos incrível.
Eles vão parar com o vai-e-vem de palestrantes ou funcionários. O incrível é que, nas contas dessa empresa, a economia com esses deslocamentos deve bancar os custos de programação da Tv Interna.
Qualquer dúvida sobre possibilidades como essa, é só mandar um e-mail pra gente. Vamos responder com prazer!
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br

Catálogos Grand Cru
A Grand Cru, uma das mais respeitadas importadoras de vinhos do país, recebeu na última semana os novos catálogos de produtos produzidos pelo Grupo América.
São exemplares com impressão e acabamento nobres, que valorizam a carta de vinhos da empresa e estão sendo distribuidos a clientes de todo país.
Além dos catálogos, somos responsáveis pela impressão de outros trabalhos periódicos da Grand Cru como folder e tabloides.
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
Nessa época é grande a procura por brindes. Seja para clientes ou funcionários, as empresas sempre buscam alguma forma de presentear com criatividade e funcionalidade.
Uma boa opção tem sido as agendas e cadernos para anotações pessoais ou profissionais. Também existe a opção de calendários de parede ou mesa.
Para os preocupados com a questão ambiental, sugerimos impressões em papel reciclado ou em um feito à base de bagaço de cana-de-açúcar.
Importante lembrar que, se a intenção for distribuir isso no final ou início de ano, é bom correr pois o tempo voa!!!
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
Só para registrar (com orgulho, é claro!), fomos uma das 120 empresas escolhidas como "Fornecedor 100%" pela Cia de Bebidas Ipiranga.
O prêmio é um reconhecimento aos fornecedores e prestadores de serviço que se destacaram em critérios como qualidade e pontualidade.
Obrigado a Coca-Cola e parabéns ao nosso time!
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
quinta-feira, 1 de outubro de 2009

PowerPoint não é TV Interna
Na busca por um custo baixo algumas empresas estão confundindo TV Interna com um monitor LCD ligado à computador e rodando um PowerPoint (e geralmente deixam as atualizações nas mãos de um funcionário que já está repleto de outros serviço... um presente de grego!).
Tv Interna é muito mais. Ela tem que ser encarada como uma grande oportunidade de comunicação interna e endomarketing.
É uma evolução que não pode ficar apenas naquele aparelho fixado na parede. Esse interesse passa e logo o monitor vai se tornar mais um adereço, como acontece em vários murais por aí, totalmente inúteis.
Conteúdo e sua administração correta é ponto que insistimos em nossas conversas de prospecção.
Ao optar por uma Tv a empresa deve pensar na sua audiência e, principalmente, credibilidade.
Para que isso ocorra é preciso ter um suporte realmente comprometido e que entenda do assunto.
Veja o nosso caso. Há mais de 15 anos respiramos comunicação interna. Temos uma equipe de jornalistas e designers totalmente focada nesse tipo de operação.
Essa expertise certamente tem um reflexo decisivo na construção diária de uma TV interna.
Se vc está querendo uma tv interna com resultados, pense bem nisso.
alexandre araujo araujo@agenciapontual.com.br
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Vistos como gastos e não investimentos, os projetos de treinamentos custam a sair do papel. E quando saem geralmente não agradam pois não apresentam resultados mensuráveis.
O debate sobre RH operacional x RH estratégico nunca foi tão atual. Na teoria a segunda opção é melhor. Mas, na prática, a coisa é bem diferente.
Convencer a diretoria sobre a relevância de se treinar colaboradores requer uma mudança profunda de postura por parte dos RHs.
Ao invés de se lamuniar pelo fato de os treinamentos estarem sendo negligenciados, o RH deve, primeiro, fazer uma auto-avaliação e analisar se está fazendo a lição de casa.
Num período em que a retenção de talentos é fundamental para mitigar ações da concorrência e garantir a sustentabilidade dos negócios, objetivar os projetos de treinamentos e capacitação deixa de ser facultativo.
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
Adriano Silva, jornalista da Exame, publicou em seu blog uma matéria interessante sobre Office Anywhere.
Pra quem não sabe é, rezumidamente, levar seu trabalho onde for. Não é um Home Office, quando vc monta um escritório em casa.
Um grande responsável pela ampliação dessa prática é o smartphone 3G que possibilita conexão em banda larga com a internet.
Aliado a outras ferramentas como Word, PowerPoint, Excel, Pdf, MSN e Twitter, fica totalmente possível trabalhar na mesa de um café qualquer ou no saguão do clube à beira da piscina.
Ele fez um relato bem legal sobre as possibilidades de trabalho. Minha dúvida é apenas se isso vai nos liberar ou escravisar ainda mais.
Será que ficar trabalhando enquanto seu filho brinca no playground é realmente uma boa?! É claro que seu cliente vai adorar, mas e sua vida particular?
Na contra-mão conheço pessoas que estão desligando o celular na hora do almoço e depois do expediente só atendem chamadas pessoais. Tudo em nome da liberdade, do respeito aos limites, afinal, o que tem de errado em separar os horários?
É para refletir, não é mesmo?!
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Eletrobrás lança Tv interna
As empresas de Distribuição do Sistema Eletrobrás inauguraram sua TV Corporativa, chamada Lume.
Trata-se de um projeto audacioso que permite a disseminação de informações e a realização de treinamentos simultâneos. Ao todo, são 365 pontos distribuídos nas regiões norte e nordeste, nas localidades onde atuam as Empresas de Distribuição.
Além da comunicação direta entre os colaboradores, a TV Lume tem também como um de seus principais objetivos a capacitação e o desenvolvimento do quadro de pessoal.
Com a TV Corporativa, os custos e prazos serão bem menores. Também, tem-se o aumento da vantagem competitiva e a ampliação dos resultados.
Paralelamente a isso, como ferramenta eficaz e instantânea na disseminação de informações, a TV Lume facilitará a transmissão de eventos e programas para todos os pontos de recepção.
alexandre araujo araujo@agenciapontual.com.br
Privacidade é uma das questões mais controversas da internet.
Por um lado as pessoas se preocupam em apagar cookies de suas máquinas, enquanto escancaram livremente suas vidas nas redes sociais.
O fato é que é preciso encontrar um equilíbrio e ser sensato em relação à segurança e privacidade na rede.
A revista Veja recentemente conseguiu traçar o perfil de uma jovem apenas colhendo informações online. Tudo sem que a garota soubesse que estava sendo "bisbilhotada".
Para os preocupados com privacidade, são diversas as opções de softwares e navegadores que permitem surfar pela web anonimamente, sem deixar rastros.
Prudência e canja de galinha também fazem bem no mundo virtual.
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br

Governo vai mexer no bolso das empresas para prevenir acidentes
De 2006 a 2008, número de acidentes de trabalho cresceu 37%.
O Governo vai colocar em prática uma nova estratégia para incentivar a prevenção a acidentes de trabalho. A empresa que não reduzir o número de acidentes agora vai pagar mais caro no valor do seguro de acidentes de trabalho.
Antes, a contribuição exigida das empresas variava de 1% a 3% sobre a folha de pagamento. Agora, elas serão reajustadas conforme o número e a frequência de acidentes.
Segundo dados do Ministério da Previdência, os acidentes de trabalho no Brasil cresceram nos últimos anos. Em 2006 foram registrados 512 mil. Em 2007, foram 653 mil.
No ano passado, 700 mil ocorrências, um crescimento de aproximadamente 37% em dois anos.
g1.com
Que tal um site que reunisse informações sobre os salários pagos por grandes empresas para você poder comparar se está sendo bem ou mal remunerado? E se nesse site funcionários de grandes corporações dessem depoimentos sobre como é trabalhar nelas? Seria ótimo ter esse tipo de informação antes de aceitar uma oferta de emprego, certo?
Pois esse site existe. É o www.glassdoor.com, que traz dados de 28 mil companhias.
Os depoimentos de funcionários e ex-funcionários de grandes empresas são uma diversão à parte. Lógico que muita gente elogia o empregador, mas o que tem de internauta descendo a lenha não é brincadeira.
Se houvesse uma versão brasileira do site, o que você falaria sobre a empresa onde trabalha?
cristiane correa
exame.com.br
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
A geração "game over"
Os jovens que estão chegando ao mercado de trabalho e cresceram jogando vídeo games desenvolveram habilidades importantes para as empresas como foco na resolução de problemas e facilidade de compartilhamento de informações.
Mas, segundo Andréa Huggard-Caine, consultora em gestão de pessoas e palestrante do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas - CONARH 2009 -, essa juventude necessita de uma razão clara para trabalhar e traz como aspecto negativo um certo perfil "game over", ou seja, a capacidade de sacrificar as conquistas com facilidade por acreditar que sempre é possível recomeçar de um modo melhor.
"É comum observarmos esses jovens profissionais lidando mal com a frustração e cedendo facilmente à prática do "game over", ou seja, desistir de tudo para recomeçar novamente em algum outro lugar ou momento. Isso gera muitos complicadores para as empresas, onde nem sempre é possível mudar as coisas com a rapidez que essa geração gostaria".
Para a consultora, outra característica dessa geração é o fato de que ela troca informações com muita facilidade, o que pode levar, em algumas situações, ao vazamento de informação confidencial das empresas.
Por um lado, cada vez mais as empresas trabalham em um ambiente aberto de informações e para isto é preciso comunicar constantemente aos seus empregados o que é informação pública e o que é informação protegida.
As empresas não devem assumir que todos conhecem esta diferença ou que basta falar sobre isto apenas no momento de integrar o empregado. Este deve ser um fórum contínuo de discussão.
Esta geração precisa de contexto para se motivar a trabalhar. Assim como nos vídeos games eles vivenciam uma história, eles precisam de que as coisas no trabalho sejam contextualizadas, explicadas e não simplesmente impostas. Eles precisam entender as razões pelas quais estão fazendo isto ou aquilo, assim como as razões pelas quais não podem fazer outras coisas. Sem contexto específico o trabalho não sai.
alexandre araujo araujo@agenciapontual.com.br

Tv nas lojas Riachuelo
Acompanhando as principais inovações mundiais do varejo, depois do Carrefour e do WalMart criarem suas TVs dentro dos hipermercados no Brasil, a Riachuelo implementa o mesmo modelo em suas lojas que vendem roupa. A rede é a primeira no segmento moda a oferecer este serviço.
A Tv tem como meta entreter e informar os clientes e estará disponível nas 99 lojas da rede espalhadas pelo País.
Com programação própria exclusiva, haverá ainda ofertas dos catálogos, vídeos clipes, desfiles, consultoria de moda, conteúdo institucional, consultoria de moda, entre outros. O conjunto de programas contará com informações imprescindíveis para deixar o cliente atualizado com as últimas novidades do circuito fashion.
Essa inovação tem a finalidade de oferecer aos clientes – durante as compras – mais um serviço de entretenimento e informação sobre a vasta gama de produtos que a empresa disponibiliza em todos seus pontos-de-venda.
alexandre araujo araujo@agenciapontual.com.br

Tv Iveco
Com o objetivo de melhorar a comunicação entre a empresa e sua rede de concessionários, a Iveco inaugurou sua TV corporativa, a TV Iveco, cuja programação é voltada para o treinamento, a formação e a motivação dos vendedores da marca.
A TV Iveco aborda assuntos relacionados aos produtos da marca, políticas comerciais, serviços de pós-venda e promoções de vendas, entre outros temas de interesse.
"Vamos oferecer aos profissionais da rede Iveco constante aperfeiçoamento no que diz respeito aos nossos produtos e serviços”, diz Marco Piquini, diretor de comunicação da Iveco.
Para conquistar seu público-alvo, a TV Iveco oferece grande interatividade, onde os telespectadores podem sugerir os assuntos a serem abordados nos próximos programas através de um e-mail exclusivo.
alexandre araujo araujo@agenciapontual.com.br
quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Onda verde nos supermercados
Há dois meses, o Wal-Mart convocou alguns de seus fornecedores a diminuir em 5% o uso de material em caixas e pacotes até 2013.
"Como contrapartida, damos mais visibilidade a esses produtos", diz Daniela de Fiori, vice-presidente de sustentabilidade da rede no Brasil.
A demanda de varejistas como o Wal-Mart está de certa forma casada a políticas ambientais de vários de seus fornecedores globais.
É o caso da Coca-Cola. A empresa acaba de lançar no país uma versão compacta de sua garrafa de vidro com capacidade de 290 mililitros. Apenas com mudanças no desenho da embalagem, a Coca-Cola conseguiu reduzir 25% da quantidade de vidro utilizado sem alterar o volume de bebida oferecido ao consumidor.
melina costa
portal exame
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Mercado de trabalho cresce mais para as mulheres
Em 2008, a força de trabalho feminina cresceu mais do que a masculina, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS 2008).
O aumento registrado foi de 5,5% para elas, frente a 4,4% para os homens.
A força de trabalho feminina continua preponderante em relação à dos homens nos níveis de instrução Superior Incompleto e Completo. Por outro lado, nos níveis que demandam pouca qualificação elas estão em menor número.
O mercado de trabalho busca profissionais mais bem preparados, com mais estudo. É um aviso aos jovens para que não deixem de estudar.
No Ensino Médio Completo, o número de vagas ocupadas por homens (806,4 mil - 10,68%) cresceu mais do que por mulheres (554,0 mil - 8,80%). Foram registradas no Brasil em 2008 novos 1,3 milhão de postos (9,82%) neste nível de escolaridade. Em números absolutos, este resultado mais que superou a perda ocorrida nas faixas até a Oitava Série Completa do Ensino Fundamental, e, em termos relativos, situa-se bem acima da média nacional (4,88%).
Assessoria de Imprensa do MTE
Seguindo minha saga de tentar encontrar utilidade para o Twitter, encontrei um link do Guilherme Cherman, do Jornal de Tecnologia, que disponibilizou um manual muito prático para você iniciar sua conta no Twitter e a usá-la bem.
O link é

http://jornaltecnologia.com.br/manualtwitteralexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Uma pesquisa recente feita pela empresa de recolocação americana CareerBuilder com 2600 executivos de RH mostra que 45% dos empregadores usam informações de redes sociais para procurar candidatos -- no ano passado, esse índice foi de 22%. A rede social mais procurada pelos recrutadores é o Facebook, com 29% das buscas. Em segundo vem o LinkedIn (26%) e o MySpace (21%). Além disso, 11% das empresas procuram informações em blog e 7% seguem a vida dos candidatos no Twitter.
O que fazer então para não se queimar online? Veja os principais pecados cometidos por candidatos, segundo os recrutadores:
- Postar informações ou foto inapropriadas (53%)
- Colocar conteúdo em que aparece bebendo ou usando drogas (44%)
- Falar mal de ex-empregadores, colegas ou clientes (35%)
cristiane correa | exame.com.br
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Vale a pena assistir
Um artigo bem interessante escrito pela Gisele Lorenzetti, que conta um case recente de um norte-americano, Dave Carroll, que teve seu violão danificado enquanto viajava pela United Airlines. O cidadão postou um vídeo - muito bem feito - no Youtube pra reclamar das inúmeras vezes que tentou contato com a empresa para ter seu instrumento consertado, mas que não teve sucesso.
Além de um case interessantíssimo de web 2.0, é uma história relevante para analisar do ponto de vista de comunicação interna. Vejam que, inclusive, uma funcionária da empresa aérea é representada no vídeo produzido.
Vale a pena: http://criseecomunicacao.blogspot.com/2009/07/um-violao-muito-famoso.html
comunicacaocomfuncionario.blogspot.com
Acontece na semana que vem , de 18 a 20, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, o Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas e a Expo ABRH 2009.
O tradicional evento é uma grande oportunidade para os profissionais da área de Recursos Humanos se atualizarem.
As inscrições podem ser feitas pelo site www.conarh.com.br
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
Para atender à Lei Antifumo do Estado de São Paulo, o Grupo Caio Induscar reestruturou suas instalações físicas, bem como tornou restrito o fumo em locais fechados e onde ocorrem atividades laborais.
A empresa desenvolveu duas novas vertentes do Programa de Humanização na Empresa (PHE) para o tratamento dos colaboradores fumantes: o PHE Respire Bem e o PHE Pró-Nutri.
O primeiro é uma ação multi e interdisciplinar para o tratamento integral dos fumantes. A empresa considerou que a dependência química pela nicotina leva em torno de três meses para ser extinta e a sujeição emocional pelo cigarro, de seis a doze meses.
Por isso, o programa terá a duração de um ano e atenderá os colaboradores que passarão por avaliação física, social e mental. Já o PHE Pró-Nutri tem por objetivo proporcionar acesso a informações referentes à boa nutrição e à saúde física, social e familiar.
www.rh.com.br
Participe da série de entrevistas
Está muito legal a série de entrevistas da Cristiane Correa, editora da revista Exame, com grandes líderes empresariais.
Ela já entrevistou pessoas como Abílio Diniz (Pão de Açúcar) e Luiza Helena (Magazine Luiza).
O legal é que você pode participar da pauta. Basta enviar sua pergunta para o e-mail "grandeslideres@abril.com.br".
As entrevistas estão no blog http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/listar1.shtml.
Participem!
alexandre araujo araujo@agenciapontual.com.br
terça-feira, 28 de julho de 2009
Comunicação eficiente
A boa comunicação está entre as competências primordiais para um profissional que almeja o sucesso na carreira que escolheu, seja ela qual for. Comunicar é a habilidade de externalizar informações, emoções, opiniões e qualquer tipo de conhecimento de um indivíduo para outro. A boa comunicação está na base de qualquer relacionamento humano e, na esfera profissional, não poderia ser diferente. Quanto maior for o entendimento entre as pessoas, maior será o bem-estar existente entre os interlocutores e mais produtiva e eficiente será sua convivência.
Para o profissional que busca destaque e reconhecimento em um mercado cada dia mais voraz e competitivo, a boa comunicação deixa de ser pré-requisito para tornar-se essencial.
Algumas dicas são fundamentais àqueles que desejam se comunicar com clareza e excelência. Para qualquer tipo de comunicação, a primeira regra é organizar o raciocínio antes de falar ou escrever. No mundo corporativo, a boa comunicação está intimamente ligada à quantidade e qualidade do tempo despendido para captar uma informação!
Em uma apresentação oral, por exemplo, fazer pausas ao final de cada informação e repetir as informações mais importantes são boas dicas para garantir um excelente entendimento do que é transmitido. A postura do comunicador também é essencial enquanto ele se apresenta. Para quem o observa, cerca de 55% da mensagem são enviados pela linguagem corporal, contra 38% do tom de voz e 7% do que é realmente dito.
Já na comunicação escrita, tornam-se fundamentais a clareza, a objetividade e a coerência. Quanto mais amplo e abrangente for o vocabulário de um profissional, mais desenvolta e segura será sua comunicação. Daí a importância da leitura também na formação profissional.
Ao concluir um texto escrito, vale a pena voltar ao início e fazer uma revisão. Atente para o uso das palavras e analise se foram bem utilizadas. Verifique a pontuação e elimine qualquer possibilidade de frases ambíguas. Veja se regras de regência, concordância e colocação pronominal foram respeitadas. Por último, elimine os erros de digitação.
Entre os enganos clássicos que destroem a comunicação de um profissional dentro da empresa estão a troca de sujeito de primeira pessoa do singular pela do plural, mistura de interlocutores, repetição de palavras, queísmos e gerundismos. A falta de ligação entre as ideias, parágrafos muitos longos, palavras negativas, gírias e abreviações também são erros graves, que devem ser evitados. Deixe as gírias para momentos de lazer. Na empresa, preze pela grafia correta das palavras.
Lígia Velozo Crispino Você S/A
quarta-feira, 22 de julho de 2009

Quer entrevistar Marcel Telles?
Uma grande oportunidade
A Cristiane Correa, editora da Revista Exame está dando uma grande oportunidade para nós participamos de um ciclo de debates com alguns dos maiores empresários do país. Confira a reprodução do seu blog.
"Vou começar a fazer uma série de entrevistas para o blog com grandes empreendedores e executivos brasileiros. O ciclo, que a principio terá 10 entrevistas, vai se chamar "Grandes Líderes" e será gravado em vídeo -- a ideia é exibir uma dessas conversas por semana. O detalhe é que eu não vou fazer isso sozinha. Os internautas do site de EXAME vão poder participar também, mandando perguntas. Como? Fácil, basta enviar a questão para o email grandeslideres@abril.com.br Eu vou selecionar as perguntas que julgar mais interessantes (democrático, não?) e elas serão usadas nas entrevistas
Para inaugurar o ciclo convidei o empresário Marcel Telles, um dos maiores acionistas da cervejaria ABInbev, que controla a AmBev. A escolha por Marcel não foi nenhum um pouco gratuita. Ao lado de Jorge Paulo Lemann e Carlos Alberto Sicupira, ele ajudou a criar uma das mais fortes culturas corporativas do país, baseada fortemente em resultados e meritocracia. O embrião dessa cultura nasceu no mítico banco Garantia, comandado pelo trio até meados dos anos 90. No final de década de 80, eles compraram a então combalida Brahma e transformaram totalmente o estilo de gestão da companhia. Na época, o próprio Marcel é quem presidia a empresa. Aos poucos, a Brahma foi ganhando musculatura, até conseguir comprar a rival Antarctica. Em 2004 veio a fusão com a belga Interbrew e recentemente a compra da americana Anheuser-Busch, formando a ABInbev, uma das cinco maiores empresas de consumo do mundo. Trata-se de um feito jamais alcançado por outro grupo de empresários brasileiros.
Essa cultura criada pelo trio se espalhou por dezenas de outras empresas brasileiras, como Lojas Americanas (que eles também controlam) e companhias em que a GP Investimentos (fundo de private equity fundado pelos ex-banqueiros) colocou dinheiro -- a empresa de logística ALL é uma delas. Além da meritocracia, outro traço importante desse estilo de gestão é a informalidade e uma certa subversão da hierarquia tradicional. Na AmBev ninguém usa terno, os diretores dividem a mesma sala e não há espaço para mordomias.
Pois bem, vou conversar com Marcel na quarta-feira, dia 22. Quem quiser aproveitar a chance e mandar uma pergunta para ele tem até o dia 21 (lembrem-se, o email é grandeslideres@abril.com.br ).
Conto com a participação de vocês!
P.S. não é necessário se identificar para fazer a pergunta. Quem preferir ficar no anonimato pode ficar à vontade... "
alexandre araujo araujo@agenciapontual.com.br
Congresso apresentará melhores práticas do setor de RH
Encontro acontece em agosto
Novas práticas e pesquisas na área de Gestão de Pessoas terão seu espaço de divulgação na quarta edição da Sala de Inovação, área da EXPO ABRH dedicada à apresentação de trabalhos e estudos realizados por especialistas, pesquisadores e professores para um público interessado em práticas inovadoras de Gestão de Pessoas.
A EXPO ABRH é um evento que integra o CONARH - Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas que acontece entre os dias 18 e 21 de agosto no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).
Os profissionais, pesquisadores e professores interessados em expor seus trabalhos na Sala de Inovação poderão fazer suas inscrições até o dia 24 de julho. Os trabalhos serão avaliados pela comissão organizadora da Sala de Inovação e devem abordar um dos seis eixos do congresso de 2009: Transformação, Relações Produtivas, Soluções para Execução, Resultados Sustentáveis, Liderança Mobilizadora e Educação para Desenvolver.
A Hora da Retomada - Com o objetivo de estimular a criação de soluções inovadoras para superar os obstáculos em momentos críticos, como os impostos atualmente pela desaceleração da economia mundial, a ABRH-Nacional realiza o concurso "A hora da Retomada: Banco de Soluções Práticas"."Reconhecer que as organizações enfrentam atualmente situações semelhantes leva à adoção de processos colaborativos, onde determinada experiência pode ser compartilhada, facilitando, viabilizando e agilizando assim a generalização de melhores práticas. A ABRH-Nacional, por meio deste concurso, incentiva a divulgação de tais práticas e outras ideias que beneficiem a coletividade de Recursos Humanos e ofereçam alternativas dentro do melhor espírito de construção do futuro que queremos", assinala Chelotti.
Os interessados em expor seus trabalhos na Sala de Inovação do CONARH ou em participar do concurso A Hora da Retomada podem obter mais informações no site www.conarh.com.br.
ABRHnacional
A força da rádio peão
Quem nunca deu ouvidos à rádio peão que atire a primeira pedra. Agora, cuidado. Muitas vezes ela é só um meio de propagação de fofoca. "A rádio peão pode gerar prejuízos, porque dá mais atenção à fofoca do que ao trabalho", diz Eliane Aere, diretora de RH da Ticket. Como um executivo pode usar a rádio peão a seu favor? A rádio peão existe em qualquer empresa. Ela deve ser usada para transformar o ambiente de trabalho o mais agradável possível. Sabendo que ela existe, o executivo deve conhecer quem são os formadores de opinião, quais as "pautas" mais abordadas e como ele deve utilizar a ferramenta a seu favor, como sua aliada. A rádio-peão é um canal não-oficial e oficioso. A empresa que consegue se equilibrar na comunicação não terá a rádio-peão como uma dor de cabeça. Será apenas uma manifestação natural e que jamais será extinta, pois é um processo humano se comunicar, interagir, comentar, concordar ou discordar de ações, palavras e atitudes.
E como os funcionários de um modo geral podem usar a rádio peão?
O funcionário precisa estar atento às notícias veiculadas pela rádio-peão. Muitas vezes ele precisa checar se a informação divulgada é verdadeira ou não. O rumor atende ao que chamamos a uma condição natural do ser humano de querer saber o que está acontecendo e procurar meios para sua segurança. Já cansei de ver pessoas com crises profundas, estresse e sintomas péssimos de saúde por ouvirem notícias que não eram verdadeiras. A rádio-peão pode gerar prejuízos para a empresa, porque dá mais atenção à fofoca do que ao trabalho. E a solução para combater a fofoca parece simples: ser mais rápido do que ela, com uma comunicação interna eficiente e que tenha foco no trabalho.
Muitas vezes a rádio peão é mais rápida e eficiente do que os comunicados oficiais sobre demissões ou contratações. Por que isso acontece?
Porque a notícia vaza em algum momento do processo: seja quando for desenhado o layout do comunicado ou quando ele for traduzido ou até durante sua aprovação. Neste trajeto, a informação passa por diversas áreas, diversas mãos. O importante é manter o sigilo, envolver poucas pessoas e ter um processo estruturado. A rádio-peão é uma realidade que não deve ser preocupação quando a comunicação entre todos na empresa, especialmente na direção, for clara, definida e sem segredos e meias-palavras. Toda vez que a comunicação acontecer assim, verdadeira e sem rodeios, a rádio-peão será um termômetro que não sinaliza febre, mas temperatura ambiente, normal e equilibrada.
A rádio peão atrapalha o trabalho do RH?
Quando se fala em comunicação interna se fala em compromisso, comprometimento. Nisso não podemos deixar de comentar sobre o papel das chefias e gerências no processo. Elas são partes fundamentais e devem ser os primeiros a se preocuparem com a comunicação interna, não deixando a responsabilidade apenas a cargo do RH. A responsabilidade é de todos. Comunicar, clara e indistintamente, é uma obrigação da empresa, pois assim pode tornar seus colaboradores comprometidos e engajados no objetivo da empresa. Até porque hoje, no mundo dos negócios, a palavra parceria é fundamental.
AnneDias vocesa.com.br
sexta-feira, 17 de julho de 2009

Falando Sério
Novo informativo Unilever
Os funcionários da Unilever de Pouso Alegre receberam no início da semana a primeira edição da revista "Falando Sério".
A publicação interna tem design baseado da publicação corporativa do grupo. O diferencial é que todo processo jornalistico foi feito in loco pela Pontual, o que proporciona um ganho significativo na coleta de informações.
"É sempre muito bom interagir com os entrevistados pessoalmente. Utilizamos muito os meios eletronicos como o e-mail e o celular, mas não podemos esquecer a força que tem o olho-no-olho", explica Marco Espanha, jornalista que esteve à frente dos trabalhos.
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
Sentimento de solidão do poder
Despertei para este assunto quando certa vez o diretor-presidente de uma grande empresa me procurou no hotel onde estava hospedado e me convidou para um jantar. Mas, como não poderia, agradeci o convite. O referido diretor insistiu tanto que fui obrigado, ainda que constrangido, a desmarcar outro compromisso já assumido anteriormente.
Chamou-me a atenção, o fato de um dirigente naquela posição não ter alguém para acompanhá-lo ao jantar. De repente, vi-me diante de um executivo alegre e, ao mesmo tempo, frustrado por não ter com quem conversar. Lembro-me que batemos um longo papo sobre a solidão.
A partir daquela noite, comecei a observar o mesmo fenômeno em presidentes, diretores e superintendentes de outras organizações. Passei a denominar esse fato como síndrome da solidão do poder. Desde então, fiquei sensível ao tema e passei a observar, atentamente, o problema da desumanização do poder.
Percebo que os profissionais no poder tendem a se isolar, pouco a pouco, perdendo o contato mais íntimo com as pessoas de sua lida diária.
De modo geral, a dinâmica das organizações vai, gradualmente, causando este sentimento nos dirigentes, que começam a se isolar: almoçar sozinhos; conversar pouco com as pessoas; e ter sempre um lugar separado dos demais membros da organização; entre outros.
Muitas pessoas evitam, fora da rotina diária, aproximar-se deles, pois temem serem vistas como bajuladoras e procuram não ter qualquer aproximação que não tenha restrita relação com o trabalho.
Estou convicto de que grandes dirigentes são pessoas sensíveis e versáteis, mas que, muitas vezes, são vistos apenas pelo ângulo profissional.
Sempre sugiro aos órgãos de RH criarem instantes que permitam encontros informais dos diretores com suas equipes, procurando superar essas dificuldades inerentes ao exercício do poder. Gosto de falar que chefe também é gente e também precisa de instantes de intimidade.
Milton de Oliveira rh.com.br

Novo informativo Leo Madeiras
Jornal já está nos Correios
Postamos ontem (15) a primeira edição do informativo "O Colmeia", publicação para funcionários da Leo Madeira de todo país.
O trata de assuntos corporativos e de interesse pessoal como plano de carreira e sustentabilidade.
Os trabalhos foram comandados pela Aline Medeiros com direção de Fernanda Canal. A edição, impressão e postagem ficou por conta da Pontual.
Agora, estamos trabalhando da edição de um novo veículo que será lançado pelo Grupo para circulação entre clientes, prospects e fornecedores.
A Leo Madeiras é lider nacional no seguimento e faz parte do Grupo Satipel.
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
Como tornar seu RH estratégico de fato
Desde o ASTD de 2000, se não me falha a memória, o assunto mais comentado, os temas mais cobiçados, as intenções mais presentes entre gestores e RH, eram e continuam sendo "como tornar seu RH estratégico". Mas, o que isso significa de fato?
Agora mesmo em que estamos vivendo uma crise mundial com fortes reflexões na contenção de despesas das empresas - leia-se demissão, inclusive - como fazer RH ter voz, tornar-se diferencial? Esta é uma pergunta presente em 99% das turmas de treinamento que ministro. Sejam na formação de Analista de Treinamento, de Analista de RH, de coordenadores de Treinamento, enfim, onde há gente de qualquer subsistema de Recursos Humanos reunida é esta a pergunta.
Segundo depoimento de muitos destes treinandos suas empresas, salvo boas e crescentes exceções, não têm visão de longo prazo, não valorizam e não investem em treinamento, transformam os profissionais em burocratas de relatório. Além disso, não os chamam para participar das decisões, só focam em folha de pagamento, não têm planejamento estratégico estruturado e por aí vai.
Já viu este filme? Pois é. A pergunta que eu sempre faço é "E você, profissional de RH, está preparado para ser estratégico? Sabe o que é ser estratégico?". Geralmente a resposta é uma cara de espanto que varia do ofendido ao cético.
Se hoje seu diretor ou o CEO de sua empresa passasse a convidá-lo para as discussões estratégicas; solicitasse-lhe um plano de treinamento com indicadores de resultados; pedisse que você lhe "provasse" ou demonstrasse como o pessoal agrega valor; e mais, lhe pedisse que fizesse uma apresentação demonstrando o quanto a área de RH de sua organização é estratégica, o que você faria? Pense um pouco.
Logo, a pergunta é: RH não é estratégico porque os gestores não têm visão de RH, ou porque os profissionais de Recursos Humanos não sabem mostrar a que vieram? Sei que posso ser mal interpretada por esta frase.
Quantos de nós dominam bem uma planilha eletrônica, sabem fazer orçamentos, conhecem o negócio da empresa, sabem falar de indicadores com os gestores de cada área, conhecem as metas de curto e longo prazo da organização e sabe ler os relatórios financeiros produzidos pela diretoria? Se sua resposta foi sim para estas questões, então meu caro, você está pronto para ser estratégico.
Ser estratégico é demonstrar à sua empresa o quanto investir em gente dá retorno. É uma conta básica que qualquer supervisor de produção sabe fazer: tenho 10 funcionários e produzo 100 peças, se elevar a conta para 110 peças por funcionário mantendo os mesmos custos fixos estarei alavancando resultados. Simples, não?! Tudo bem, gente não é tão simples assim. Mas, o caminho é por aí.
Pegue-se um problema de queda de vendas, perda de clientes, queixa de clientes, saída de funcionários, como são objetivos, é mais fácil demonstrar a correlação entre ações desenvolvidas e resultados obtidos. Mas, mesmo assim, patinamos.
Veja só um exemplo recente trazido por uma treinanda: sua empresa tinha queda de vendas e aí decidiu-se treinar os vendedores e esperava-se que após o treinamento as vendas aumentassem, certo? Perdeu-se "x" reais nos últimos três meses; investiu-se "y" reais em um curso para tantas pessoas por tantas horas e ao final dos mesmos três meses em se recuperando as vendas e alavancando-as, teve-se um bom ROI.
Mas, aí é que está o problema, que chamo de "inocência de RH". Não se pode atribuir toda a solução a treinamento, porque se o número não voltar a crescer, deduz-se que o treinamento falhou. E providencia-se a demissão do treinador ou o fim dos treinamentos (estou exagerando, lógico!).
Mas, alguém cogita em acabar com a área de vendas? E de marketing? Por quê? Por que estas áreas conseguem se provar de sua importância e RH não? Para que uma empresa venda ou volte a vender, basta ter uma equipe treinada? Não. Há muitas variáveis envolvidas: Logística entrega corretamente? Marketing divulga adequadamente? Produtos tem bons preços? Como está a concorrência local? Todos estes são fatores que podem interferir na performance de vendas, concorda?
Então, o RH antes de topar esta missão simplista: treino é igual a aumento de vendas, por exemplo, precisa entender do negócio, da atividade-fim da empresa, conhecer suas variáveis. E se não conhece, de quem é a "culpa"? Torna-se então boi de piranhas.
Coloque-se você no lugar de um empresário: um RH chega e te pede "x" reais para treinar "y" pessoas. Você pergunta: "E o que ganhamos com isso?". Daí o camarada te responde apenas com coisas subjetivas, nada de números. Você daria este dinheiro a ele? Agora a culpa disso é sua - que tem visão de curto prazo, não enxerga e não valoriza pessoas - ou é do profissional de Recursos Humanos - que não sabe te explicar direito? Quem é o especialista, o técnico?
Caro RH, se sua empresa se encaixa no exemplo citado acima e você se sente "vítima" de empresários míopes, está na hora de mudar seus conceitos e ver que há enormes oportunidades nesta organização, mas que você vai ter que suar. Se você não faz parte deste grupo e trabalha em uma companhia em que RH é valorizado e senta-se na cadeira das decisões estratégicas, então você é um cara feliz e nem deve ter lido este artigo. Sucesso.
Lucimar Delaroli rh.com.br
terça-feira, 7 de julho de 2009
Comunicação eficaz
Esse caso eu lí agora pouco no blog da Maria Luisa da Revista Exame e achei bem legal!
O empreendedor catarinense Everton Gubert morou durante 50 dias numa casinha ao lado de uma granja de porcos. Ele queria conhecer o dia-a-dia dos criadores antes de fundar a Agriness, que desenvolve softwares de gestão para suinocultura. Mesmo assim, ele enfrentou um desafio comum a muitos pequenos e médios empresários - não desperdiçar tanta energia em negociações. "Os donos das granjas adoravam o software, mas diziam que era caro demais", diz Gubert. "Era preciso falar a língua deles." Falar o mesmo idioma, no caso, significava usar um símbolo bem intuitivo para os granjeiros - o próprio porco. Há cinco anos, o preço do software da Agriness foi atrelado à cotação do quilo de porco. Em vez de oferecer o programa por uma mensalidade de, digamos, 80 reais, Gubert passou a dizer que custaria 50 quilos de porco por mês. "É o equivalente a dois leitões", diz ele.
Resultados: Desde então, a Agriness conquistou quase 1 000 clientes, responsáveis por 70% das receitas.
alexandre araujo araujo@agenciapontual.com.br
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Novas opções para essa ferramenta cada vez mais utilizada
Se você não tem, terá! Os smartphones são cada vez mais utilizados no país e o grande atrativo são as opções de utilização através de aplicativos cada vez mais comparáveis aos Pcs.
Na mesma velocidade de vendas, lojas virtuais se proliferam e oferecem diversas opções para dowload.
Além da famosa Appstore, para os Iphones, os sites Handango, Handmark e The Ipa Bay são boas opções para quem tem sistemas baseados em Windows Mobile, Symbian, Blackberry ou Palm. O legal é que muitos desses programinhas são gratuitos.
Vale a pena conferir as novidades!
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
Você faz ideia de quantos títulos existem nas livrarias com o tema "liderança"? E quantos treinamentos, cursos e palestras sobre o tema?
Não faço ideia, mas certamente são muitos (muito mesmo!).
O fato é que não existe um trabalho para quem não quer ser lider. Alías, não querer ser lider é praticamente uma eresia que deve ser exorcizada a qualquer custo.
Não vamos entrar no mérito da necessidade cada vez maior das empresas em procurar lideranças para manter sua competitividade.
Mas será que existe vida possível para quem simplesmente não tem ou não quer ser um lider? Dá para chegar numa entrevista de trabalho e simplesmente não tentar demonstrar que se é superior ou altamente competente e competitivo em algo?
É possível sobreviver com uma visão profissional simples...."quero somente chegar, exercer minha função da melhor forma, sair e viver minha vida"....?
Conheço uma pessoa que, num determinado momento, recusou uma promoção. Ele simplesmente não topou o desafio de ser chefe e liderar uma equipe. Queria continuar fazendo o que sempre fez, ter tempo para sua vida pessoal e nada mais.
Ele está na empresa até hoje, mesmo porque é bom no que faz, mas é olhado com certa indiferença e incredulidade porque é uma pessoa que "parou no tempo".
Mas, será que ele parou mesmo? Ou será apenas que tomou uma decisão?
Na verdade não tenho uma opinião formada, mas me incomoda o fato de que parece não termos uma opção. Lutamos muito para sermos cada vez mais refens.
Bem, e você, conhece algum curso para não-líderes?
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
Michael Jackson foi um gênio musical único. Preferências à parte, sua competência e influência no mundo pop são inquestionáveis. Em resumo, podemos afirmar que MJ estabeleceu um divisor de águas para o chamado "showbizz".
Assim como a musicalidade, a vida pessoal de Michael foi recheada de polêmica, o que lhe garantiu uma imagem ainda mais distante do que nós, "simples mortais", vivemos.
O que acontece de comum com gênios como ele é o fato de que a obstinação supera todos os limites. Hoje participamos de uma era de exigências enormes. Todos temos a obrigação de superar situações e até pessoas, na busca pela simples sobrevivência. Não se admite fraquezas, deslizes num mundo competitivo em qualquer lugar, situação ou escala.
E pessoas como Jackson levam essa busca longe demais.
Para nós cabe a questão: até que ponto devemos levar nossa luta diária por um "lugar ao sol" ao limite máximo. Aliás, qual é esse limite?
É bom a gente pensar bem nisso, sempre.
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br

O trabalho móvel, ou a distância, pode parecer estranho para muitos, mas segundo uma pesquisa realizada pela Market Analysis, já é adotado por 23% dos funcionários do setor privado.
As microempresas são as que mais utilizam o trabalho virtual. Hoje, já são 10,6 milhões de teletrabalhadores no país.
Entre os motivos para esse crescimento está a disseminação da banda larga, o trânsito nas grandes cidades, a chegada da tecnologia 3G aos celulares e os novos formatos de trabalho a distância.
Entre os benefícios, destacam-se a economia de tempo no deslocamento trabalho-casa, contenção de custos, aumento da qualidade de vida e uma maior participação do profissional na rotina de sua família.
Os aspectos negativos são a dificuldade de gestão, falta de controle das horas trabalhadas e também o pouco convívio com os colegas de trabalho.
Além disso, o "home office" não é para qualquer pessoa. Se for alguém que prefira o barulho, de parar para tomar um café, que gosta e necessita do trabalho em equipe, trabalhar em casa irá diminuir o rendimento e se tornará uma péssima opção.
Entram aí os novos desafios encontrados pelo departamento de recursos humanos das empresas. Como gerenciar o trabalhador móvel? Como permitir o "home office" para alguns funcionários e para outros não? Como colocar uma regra em algo que é tão particular e que pode ser extremamente positiva para uns, e completamente negativa para outros?
O trabalho móvel é comum em cargos como o de representantes e vendedores, onde o funcionário é remunerado por resultados objetivos.
Toda uma reflexão precisa ser feita antes de incentivar os funcionários a trabalharem em suas casas.
Para o funcionário responsável e disciplinado, o "mobile work" pode ser muito vantajoso. Pode significar uma maior flexibilidade de horários, uma maior comodidade e conforto, além de possibilitar que ele concilie mais facilmente a sua agenda profissional e pessoal.
geraldo gianisello
rh.com.br
quarta-feira, 17 de junho de 2009


Junho, mês da Ecologia na Belgo
Ações vão durar todo mês de junho
Buscando estimular colaboradores e familiares nas práticas sustentáveis, a Belgo Bekaert está realizando diversas ações durante todo esse mês.
Um desses trabalhos é uma cartilha destacando alguns dos principais programas da empresa na área, como os projetos Biodiesel Osasco e Recicle.
alexandre araujo araujo@agenciapontual.com.br
Prêmio reconhece melhores cases de gestão
O 15º Prêmio Ser Humano, promovido pela ABRH-Nacional, premiou no último dia 3 de junho 15 casos vencedores em cerimônia realizada no HSBC Brasil, em São Paulo.
Confira os vencedores em cada categoria:
Gestão de Pessoas: Rosiléia Aparecida Borim Capozzi, Patrícia Morilha Muritiba, Ana Cristina Limongi-França, Sérgio Nunes Muritiba e Clarisse Droval.
Empresa: Mapfre Seguros, Agco do Brasil e Grupo SBF.
Profissional: Leda Regis, Alessandra Agarez, Luiz Mercanti, Sérgio Leme Beniamino e João Francisco Toledo.
Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social: Alubar, Nextel Telecomunicações e Bradesco.
Organizações do Terceiro Setor: Instituto do Câncer Infantil do Rio Grande do Sul, Apae Salvador.
e-Press Comunicação
Escasses de recursos deixa gestores sem opção
A crise de recursos e desaceleração econômica foram alguns dos sintomas da crise enfrentada pelos mercados em todo mundo.
Um dos segmentos que mais sofreram com esse período de instabilidades foi o mercado de trabalho, que passou por um sério momento de redução de investimentos.
Segundo pesquisa da Manpower, embora haja vagas disponíveis em diversos nichos, uma forte escassez de talentos faz com que os gestores optem por não contratar, deixando vagos cargos importantes. O estudo contou com a participação de 39.000 empregadores em 33 países, dentre eles Estados Unidos, França, Japão, Inglaterra, México e Canadá, e equivale ao primeiro quadrimestre de 2009.
De acordo com o levantamento, 30% dos empregadores sentem dificuldades em preencher essas vagas.
Dentre os cargos que mais enfrentam a escassez de talentos estão os de ofício manual (como eletricistas, encanadores, carpinteiros e soldadores), representantes de vendas e técnicos (produção, operação, manutenção).
Na América Latina, 36% dos gestores apontam dificuldades em preencher vagas por conta da escassez de mão-de-obra qualificada no mercado.
Segundo a pesquisa, a elaboração de estratégias e políticas de retenção de talentos com a retomada do crescimento econômico será fundamental para garantir competitividade entre as empresas.
Nesse contexto, a consolidação da marca da empresa é imprescindível. Deve-se criar um ambiente no qual as pessoas gostem de trabalhar, para que não aceitem trocar de endereço. Para isso, a companhia precisa investir na criação de conexões emocionais com seus colaboradores, seja por meio de ações de comunicação interna ou de marketing.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Um exemplo é a nossa rotina de todos os dias, quando clicamos na caixa de e-mails. Existem mensagens para todos os gostos: importantes, irrelevantes, correntes sem importância e até armadilhas que quando acionadas colocam o internauta, na maioria das vezes, em um apuro tecnológico.
Cabe a possibilidade de escolher, dentro da web, sites onde ele possa agregar conhecimento e até alcançar diplomas e certificados reconhecidos. Esta sagacidade na escolha determina o sucesso ou o fracasso de uma empreitada dentro da internet.
Verifique com outras pessoas experiências que tiveram com um determinado serviço ou produto, via fórum por exemplo.
Mídia surgiu em 2004
Um veículo que considero um caso de sucesso é a TV corporativa do Carrefour. Ela surgiu em 2004 como um complemento dos demais veículos da empresa e está firme e forte até hoje, depois de passar por algumas reformulações que a tornaram ainda mais atrativa.
Hoje, ela tem a cara dos funcionários. São eles os principais protagonistas de cada edição, e não mais uma equipe de repórteres experientes, contratados (e suponho que mais caros!). É de certa forma um ato corajoso, mas crucial. Nada melhor que dar a voz ao funcionário quando a gente quer que ele se interesse por um determinado assunto. Estamos aprendendo cada vez mais a deixar a qualidade extrema de lado e dar lugar para a manifestação livre das pessoas sobre o que elas gostam, o que acreditam, etc.
Um novo programa vai ao ar de 45 em 45 dias e cada um deles tem 16 minutos de duração. Os funcionários têm acesso ao conteúdo meia hora antes do expediente. Cada loja decide qual o melhor local para transmitir, mas o legal é que a maioria dos funcionários assiste junto!
Para atingir os funcionários em troca de turno, cada loja recebe algumas mídias extras que pode ser reproduzidas quando for mais conveniente.
Também vale destacar que ela não se repete por 45 dias até que chegue uma nova edição. Ela passa por dois ou três dias apenas.
Uma peça importante para o sucesso do TV são os repórteres locais, funcionários que fazem parte de uma rede de comunicação, são treinados e se responsabilizam pelo envio de conteúdo. Além de informativa, a TV traz boa dose de entretenimento, informações institucionais e de alinhamento ao negócio.
Outra curiosidade da TV é que ela não atinge mais as pessoas do escritório administrativo (7% dos 55 mil funcionários), pois o conteúdo é voltado prioritariamente para as lojas.
Viviane Mansi
comunicacaocomfuncionario.blogspot.com

Meio Ambiente na LDC Bioenergia
Empresa distribui cartilha para comunidade
A LDC Bioenergia, unidade de Lagoa da Prata-MG, distribuiu no dia 5 de junho, uma cartilha para a garotada da rede pública de ensino do município.
A publicação trata de temas como o uso consciente da água e reciclagem de lixo.
O projeto ilustra bem a preocupação da LDC Bioenergia com o meio ambiente. A edição ficou a cargo da Pontual com coordenação de Adenise Silveira e supervisão de Carolina Avellar.
alexandre araujo araujo@agenciapontual.com.br
Parabéns.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Mídia ganha cada vez mais força
Ter uma TV própria, voltada para a comunicação dirigida era um sonho que esbarrava na questão do custo, principalmente quando falamos de comunicação interna que geralmente não conta com grandes volumes de recursos financeiros.
Porém, a coisa está mudando e hoje esses custos são possíveis para um número cada vez maior de empresas.
Um exemplo é o sistema que nós oferecemos. Incluindo o equipamento em comodato, toda a tecnologia necessária e a administração de conteúdo da programação, com jornalista e designers à disposição, os custos ficam próximos de uma edição de jornal impresso.
Vale a pena conferir!
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
Novo informativo será lançado em junho
A LDC Bionergia, do Grupo Louis Dreyfus Commodities, está preparando o lançamento de um novo informativo para colaboradores.
O objetivo da publicação é promover uma maior integração e transparência na unidade de açúcar e álcool de Lagoa da Prata / MG.
Quem está à frente da edição executada pela Pontual é Adenise Silveira.
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Nossas desculpas pelo atraso
Quero pedir, em nome da equipe, desculpas por qualquer transtorno em nossa comunicação.
Insistentemente a Telefonica, que nos fornece acesso através do Speedy, tem pisado na bola, literalmente.
Agora, felizmente, parece que tudo voltou ao normal e nossa conexão parece estar restabelecida.
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
quarta-feira, 20 de maio de 2009

Experiência e conhecimento no setor: 74%
Uma revista diferente
Quero indicar para quem gosta de música, especialmente guitarra, uma nova publicação, a Guitar Lick, do competente Rodrigo Ferreira.
A revista está realmente bacana e é uma das únicas referencias para quem gosta dos acordes.
Além da versão impressa, eles mantém um site que vale a pena acessar (guitarlick.com.br). Fica a nossa dica.
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
Mais uma ferramenta útil ou puro modismo?
Não é novidade que muitos produtos viram sucesso simplesmente do nada. Aliás, fazer sucesso pouco tem haver com a lógica.
Quem não conhece um bar que virou point sem ter nenhum atrativo aparente. E uma loja ou marca que vende horrores sendo um desastre no atendimento e na organização. Indo mais longe, um profissional de sucesso que foge totalmente do "manual do bom trabalhador".
Uma dessas invenções de sucesso que tem me intrigado é Twitter - para quem não sabe é um site de relacionamento onde você fica postando informações pessoais a cada instante.
Fico pensando para que serve uma ferramenta onde viro - mais uma vez - escravo do tempo.
Assisti uma reportagem recente de um adepto do Twitter que ele interrompe o almoço para postar "estou almoçando agora, gente", e quando se deita para dormir posta: "estou dormindo agora, se perder o sono aviso".....
Será que esse tipo de ferramenta significa uma evolução da comunicação ou mero exagero?
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br
segunda-feira, 4 de maio de 2009

segunda-feira, 27 de abril de 2009


Quem tem conhecimento, utiliza bons argumentos e consegue persuadir, o que pode ser considerado o sucesso de uma negociação.
Saber negociar é uma arte. Por sorte, quem não nasceu negociador nato pode aprender a tornar-se um.
Devemos parar de acreditar que negociar é assunto único e exclusivo para o ambiente profissional, principalmente entre executivos.
Negociar faz parte da nossa vida. São várias as situações em que temos que negociar algo: expor uma ideia ou projeto para o chefe, chegar à casa mais tarde, barganhar o preço de um produto ou serviço, implorar um aumento de salário, mudança de cargo, valores de um contrato... Tudo envolve negociação.
O livro “Como Negociar – Técnicas, Estratégias e Táticas para negociar melhor e obter vantagens”, de Homero Amato é uma boa dica de leitura.
Para ele, “negociação é o processo por meio do qual duas ou mais partes com objetivos conflitantes procuram conscientemente chegar a um acordo satisfatório para todos”. Ou seja, para haver uma negociação há sempre a necessidade de uma decisão. Então, já que negociar é inevitável, devemos conhecer fatores que podem influenciar positiva ou negativamente essa ação. A informação, o poder e a pressão do tempo são as três principais influências.
Muita gente acredita que só quem trabalha com compras ou na área comercial negocia. Mas ele reforça que negociamos diariamente com nossos colegas de trabalho. Para este profissional, o mais importante é que a negociação transcorra de maneira clara e objetiva, sem blefes ou mentiras.
Mais sobre o assunto e o livro, você pode conferir no link http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=10696
alexandre araujo
araujo@agenciapontual.com.br


